Aconteceu em 2007

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"Existe dois tipos de pessoas no mundo, as que amam o poder e as que tem o poder de amar"

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premio Desempenho Social Madre Tereza 2007 

Quero um dia poder dizer as pessoas que nada foi em vão e que o amor existe , e que vale a pena  se doar, as amizades a às pessoas, que a vida e bela sim e que eu sempre fiz o melhor de mim e

 que valeu a pena



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Pesquisa feita pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros  ) em setembro de 2007

 

Ações realizadas por este abrigo com o objetivo de minimizar as angústias e sofrimentos da criança e/ou do adolescente em relação ao afastamento da convivência familiar.

 

O abrigo procura oferecer um ambiente acolhedor para a criança, desde a sua entrada. Todas as pessoas que lidam com a criança sabem que ela sofre muito por estar num ambiente estranho, com pessoas estranhas, longe de sua casa, sua família e seu ambiente familiar. Temos observado que as crianças sofrem muito pela separação dos pais e o sofrimento delas se expressa de diversas maneiras, umas choram muito, se recusam a se alimentar, outras se mostram assustadas,  inibidas, apáticas, ainda outras são agitadas e agressivas.  E no abrigo discutimos as vivências emocionais de cada criança com a psicóloga e a assistente social e estes nos orienta sobre o modo de agir com as crianças e  por vezes com a família. O que fazemos para minimizar as angústias é o que consideramos fundamentalmente necessário de acordo com a nossa experiência e a experiência da psicóloga que  vem nos ajudando a compreender e a lidar com o sofrimento da criança, que seja feito de imediato é acolher bem a criança, tratá-la com consideração, respeito, delicadeza e muito afeto, todos os dias por mais que o comportamento da criança seja difícil. Também consideramos fundamental, não revidar à criança por mais que às vezes procura nos testar para ver se a suportamos. Como: quando quebra objetos do abrigo ou quando morde, ou cospe, etc. Tentamos sempre compreender quais as angústias da crianças que estão por detrás dos seus comportamentos.  Desde o início, esclarecemos para a criança quem somos, qual é a situação dela de acordo com a sua capacidade de compreender a sua situação, procuramos conhecer seus desejos, conversamos com a criança sobre a situação dela. Quando falamos isso estamos nos referindo ás crianças maiores. Quando é bebê, procuramos confortá-lo, consolá-lo, conversar com ele, oferecer-lhe colo. de modo que aos poucos a criança começa a se acalmar e a se sentir protegida e não mais tão sozinha e desamparada. Também falamos á ele da sua casa, da sua mãe, do que sabemos e observamos a respeito dele. A criança no abrigo tem uma oportunidade de falar sobre a sua casa sua família, e quando se sente compreendida, passa a querer se relacionar, crescer e aprender. Portanto nós procuramos oferecer cuidados que atendam as necessidades das crianças e que possam garantir-lhes todos os seus direitos e principalmente o direito à convivência familiar e Comunitária. Pensamos que também o que minimiza o sofrimento da criança é ver que o abrigo quer ajudar a criança a retornar para sua casa em melhores condições.  As crianças ao verem que nós temos interesse nelas e em suas famílias, elas também se tranquilizam  e seus sofrimentos diminuem. Além de tudo que fazemos se uma criança se mostra infeliz, nós procuramos sempre ouvi-la, não reclamamos de sua dor, não a censuramos por isso e não pedimos a ela para se calar. Nós procuramos apenas ficar com a criança e seu sofrimento. Uma outra medida que tomamos é de manter um contato com o Fórum e o Conselho Tutelar, para logo conhecer a situação de cada criança e cada família, e informar a criança a sua situação. Ouvimos a criança para saber o que ela acredita que seria melhor para ela mesma.

 

As ações visando preparar seus profissionais para o estabelecimento de vínculos com a criança e /ou adolescente abrigado, bem como com vistas a prepará-los para o gradativo desligamento dos acolhidos 

 

O abrigo procura preparar o Coordenador, a Guardiã e até mesmo funcionários e voluntários para  que os vínculos com a criança não se tornem patológicos, ou normativos.  Alguns abrigos existem muitas preocupações com normas e toda a interação adulto criança abrigada se dá por este vértice.

Por outro lado também temos visto funcionárias, principalmente, mulheres que atuam na função de cuidadora/educadora social, se identificarem com crianças que são abandonadas e passam a hostilizar e atacar as mães biológicas que segundo elas, maltratam as crianças, abandonam, judiam. Estas cuidadoras/educadoras sociais acreditam que as crianças estão bem cuidadas quando estão cuidadas por elas. Desejam que as crianças permaneçam longe de suas mães maltratantes e sejam cuidadas por elas ( cuidadoras/ educadoras)

Isso ao nosso ver é algo que temos observado com frequência ocorrer em abrigos e acreditamos que esteja relacionado às dificuldades da cuidadora/educadora social em lidar com suas angústias de separação. Tendo em vista que o contato de um ser humano com outro  mobiliza em cada um sentimentos e fantasias, e sabendo que ao se cuidar de uma criança esta acaba por se apegar e também aquele que cuida também se apega e sofre ao imaginar a separação,

Sabemos que os vínculos saudáveis são importantes para a criança e para os profissionais. Procuramos nos preparar para que não prejudiquemos as crianças. Lembramos sempre que o acolhimento é uma medida excepcional e provisória e visa ajudar a garantir os direitos da criança. Temos que estar alertas para não prejudicar os vínculos da criança com seus familiares e nem  o retorno da criança para seus lares. Por ter a psicóloga que trabalha conosco vasta experiência em abrigos, têm acompanhado e orientado educadores sociais, funcionárias e voluntários visando valorizar a  família e sua aproximação com seus filhos.

 

  Medidas  realizadas por esta instituição para estimular, facilitar e manter o vínculo da criança e /ou adolescente com sua família de origem

 

É comum após algum tempo de acolhimento, e depois que a criança estabeleceu novos vínculos com outras crianças ou outros adultos na instituição,  observar crianças dizerem que não querem mais voltar para casa, ficarem arredios ao contato e até mesmo ficarem indiferentes.

O abrigo pode estimular conversando com a criança e tranquilizando a mãe. Temos observado que muitas mães tornam-se inseguras ao verem seus filhos serem abrigados, e aumenta a insegurança das mesmas, quando veem seus filhos reagirem assim quando as encontram. Se as mães não são ajudadas pelos funcionários do abrigo esse círculo pode se perpetuar .Entretanto se a mãe é ajudada e se a criança for estimulada a ir com a mãe. Se também é preservada a mãe na mente da criança como alguém que cuidava também da criança, isso facilita a manutenção do vínculo familiar.

A instituição procura identificar os membros da família extensa- muitas vezes a criança só tinha contato com a mãe e nunca tinha tido com o pai. Através de conversas com a criança e com o pai no caso procura-se  estimular e facilitar para que a criança possa formar um novo vínculo importante que pode significar para a criança viver em família.

Uma outra medida é verificar a situação da criança, os motivos do acolhimento, a composição familiar, saber quem são seus familiares, saber se os pais têm ou não permissão para a realização das visitas. Muitas vezes os pais não visitam a criança por não saberem onde está a criança, por haver mal-entendido, ou por não terem dinheiro, ou por estarem doentes e principalmente por desconhecer onde procurar garantia de direto.

É importante sempre ter o máximo que possível informações a respeito de cada criança para ver como se pode ajudá-la. Os dados podem ser usados para se conversar com a criança sobre a família dela, de modo que essa conversa possa ser útil para estimular, facilitar e ajudar a manter o vínculo com a família de origem.

 

  Ações realizadas por esta instituição/programa visando à promoção da convivência comunitária da criança e/ou adolescente abrigado

 

Sempre que possível solicitamos autorização judicial para que as crianças passem os finais de semana com suas respectivas famílias retornando no domingo a noite. Quando isto acontece, ajuda a alimentar o processo da criança no judiciário visto que as crianças  relatam suas vivências as técnicas do abrigo e do setor técnico do judiciário

Também temos um projeto de envolvimento da comunidade onde famílias cadastradas pelo abrigo passam por algumas orientações e  após um determinado tempo de frequência no abrigo as mesmas são autorizadas pela  Vara da Infância e Juventude a passarem  finais de semana  com crianças abrigadas. Estas saídas tem ajudado muito as crianças pois passam a conviver com diferentes famílias  permitindo a elas frequentarem novos espaços  comunitários que nem sempre esta ao alcance do abrigo e  menos ainda de suas respectivas famílias.

Além dos passeios com famílias solidárias o abrigo tem programado passeios coletivos que geralmente por escolha das crianças tem sido no litorais praiano. Com a participação da comunidade temos conseguido  parcerias importantes com escolas da região que oferecem bolsas de estudo as crianças do abrigo.

Estas oportunidades tem ajudado muito a melhorar a auto estima da criança e consequentemente melhorando o seu desenvolvimento escolar

Uma vez por ano fazemos uma festa de confraternização entre os que nos ajudam e as famílias das  crianças acolhidas pelo abrigo

    

Ações que são realizadas por esta instituição/programa de abrigo contribuem para que as decisões  do Judiciário sejam tomadas visando ao melhor interesse da criança e/ou adolescente abrigado

 

Procuramos nos relacionar com o Judiciário de modo a colaborar para que as decisões tomadas visem ao melhor interesse da criança e /ou adolescente abrigado. Assim sendo comunicamos tudo que consideramos  relevante para que a equipe técnica, o Promotor e o Juíza conheçam mais sobre a criança e sua família. Por exemplo enviamos relatórios sobre a família, sobre a relação da criança com seus familiares. Comunicados diversos  sobre uma determinada criança ou família. Solicitamos que sejam tomadas providências em determinados casos de crianças que tem uma longa permanência no abrigo. Sugerimos o retorno da criança ao lar quando observamos a viabilidade disso. Também quando a família não mostra condições emocionais e nem materiais para cuidar da criança nós também comunicamos, para que a criança possa retornar somente em condições favoráveis que contribuam para o seu desenvolvimento ou então ser encaminhada para uma família substituta.

Relatórios são elaborados sobre quem faz as visitas, frequência, sobre o modo de viver da criança e da família anterior ao acolhimento, sobre as necessidades de exigir a inclusão   da família em programas governamentais.Muitas vezes sentimos que a nossa opinião não tenha  peso para o Judiciário. Por vezes nossas práticas divergem. Às vezes vemos que o Judiciário  moroso demais, às vezes há demora da criança ser ouvida. Às vezes uns meses podem ser uma eternidade para uma criança ou para a sua família. Muitas vezes crianças ficam alguns anos abrigadas, depois retornam para as mesmas condições anteriores ao acolhimento. Quando nós nos perguntamos: Porque do acolhimento institucional?

Muitas vezes sugerimos que uma criança seja encaminhada para uma família substituta com  uma  aproximação gradativa  entre a criança e a família escolhida para que a criança  estabeleça vínculo e também possa ser ouvida  Quando não acontece desta forma e a criança é encaminhada para família substituta  sem aproximação gradativa mais tarde vemos algumas  criança serem  devolvidas para o abrigo.

Houve proibição de visitas de mãe e encaminhamentos de crianças para outros abrigos sem que na nossa opinião houvessem razões que os justificassem contrariando o próprio estatuto da criança.

Nossa relação com o Judiciário tem melhorado muito, fruto de troca de informações  e respeito, que possibilitam a equipe do abrigo melhor auto estima

Consideramos que nós e o Judiciário possamos  trabalhar em parceria e sermos  parte de uma rede que poderá oferecer cuidados para a criança abrigada e sua família. É necessário que se considere que o outro pode colaborar comigo e eu com ele para que  juntos possamos cuidar de uma família em dificuldade com uma imensa vontade de dar certo e de encontrar alguém que possa com ela contribuir para que suas condições possam melhorar.

O abrigo convive 24 horas com a criança e semanalmente com a família, portanto deve ser visto pelas técnicas do judiciário como uma fonte rica de informação que muito pode contribuir com  o futuro de uma criança.

 

Ações que são  realizadas por esta instituição/programa de abrigo em apoio à família da criança e/ou adolescente abrigado com o objetivo de contribuir para o restabelecimento do convívio familiar adequado.

 

. Os atendimentos às famílias têm contribuído muito para uma melhoria na relação pais e filhos abriga.Também têm se constituído num espaço de escuta para os pais e de reflexão sobre a situação deles e dos filhos. Temos observado que estes atendimentos têm ajudado os pais a expressarem também seu sofrimento pelo acolhimento dos filhos e têm revelado os problemas dos próprios pais e as dificuldades que apresentam para oferecer um cuidado suficientemente bom para os filhos

. Os pais também conseguem através dos atendimentos pensar e encontrar soluções melhores para eles do que as que tinham. Os atendimentos mostraram que todos os pais necessitam também ser acolhidos, valorizados, reconhecidos e respeitados. Sobre os pais pudemos compreender que suas dificuldades estão relacionadas as experiências que tiveram de extrema rejeição, abandono, maltrato e abuso de suas famílias de origem sejam elas biológicas ou adotivas.

Temos concluído que os pais não podem dar para os filhos aquilo que não receberam e que eles necessitam ser “maternados” para que possam “maternar” seus filhos. Assim por exemplo: através dos atendimentos se conhece um pouco sobre a história dos pais e do relacionamento dos pais com a criança. Em seguida, os pais e as crianças são atendidos conjuntamente.

É feito um diagnóstico do vínculo, e também da situação global daquela família. São apreendidos os motivos do acolhimento, a partir disso são examinadas e discutidas as relações dos pais consigo mesmos e a relação deles com os filhos. Temos por exemplo trabalhado com mães que mendigavam com os filhos, ou de mães que deixavam os filhos sozinhos em casa, ou que morava na rua, ou que se prostituem, ou ainda com mães que se drogavam ou que roubavam.   Temos visto que a maioria das mães têm um interesse por seus filhos e desejam muito que lhes seja dada uma oportunidade para cuidar deles de uma forma mais adequada às necessidades das crianças. Temos também notado que os pais devido a falta de desenvolvimento emocional próprio, apresentam dificuldades para proporcionar cuidados suficientemente bons para os filhos. Assim as crianças ao serem abrigadas mostram que têm problemas acentuados de fala, de imaturidade, de agressividade.

Temos visto o quanto o abrigamento prejudica o vínculo da criança com a mãe, durante os atendimentos é trabalhado este aspecto de modo que o convívio familiar adequado possa se restabelecer e não ficarem prejudicados os vínculos. Temos visto que o modo da mãe e do pai lidar com a situação do abrigamento pode ser facilitadora ou não do restabelecimento do convívio adequado. Muitos pais se sentem perseguidos pelo abrigamento dos filhos. Se sentem roubados, estimulados a agredir e não veem no acolhimento do filho uma oportunidade para melhorar a situação de vida. Alguns pais que abrigam seus filhos precisam de acompanhamento pois sentem que fizeram um mal terrível para os filhos e acabam se culpando e se deprimindo e têm dificuldades para melhorar sua situação de vida em função destes sentimentos e necessitam ser ajudados para que possam superar estes e restabelecerem um convívio familiar adequado.

Os atendimentos ajudam os pais a compreenderem as necessidades deles e dos filhos, a refletirem sobre a situação de vida que levam e o quanto isso não é favorável e nem é aceitável pela lei. Nos atendimentos ainda passam a refletir sobre o que desejam e o que necessitam e qual o preço que eles pagam por serem quem são. Pensamos que isso ajuda os pais a se situarem dentro de um contexto, que têm Leis, que demanda certos  fazeres

Os atendimentos ajudam a família a lidar de modo mais eficiente com a situação do acolhimento. Muitas famílias se sentem impotentes para lidar com a situação do acolhimento dos filhos.  Sentem-se perdidos, culpados.  Ficam paralisados. Outras se sentem desprovidos de recursos,  se sentem roubados  tudo isso ao nosso ver afeta a família  e as relações entre os membros. Quando há pai e mãe, um joga a culpa no outro. Quando há só a mãe e os filhos, esta sente que não recebeu a ajuda que esperava.

A maioria dos pais já  apresentavam problemas com as famílias de origem, ou com a sociedade antes dos filhos serem abrigados. Na maioria das vezes os pais das crianças  abrigadas não tem um bom relacionamento com sua família de origem

. Algumas vezes as mães sofreram abuso sexual quando eram crianças, outras vezes foram abandonadas e adotadas e sofreram maus tratos dos pais adotivos, ou que sofreram perda de pessoas muito queridas por assassinato. O mundo,  podemos dizer, tem sido muito hostil com esses pais. O atendimento psicológico das crianças e suas famílias tem  favorecido o surgimento da confiança e da esperança. Sentimentos estes considerados básicos para o surgimento do desejo de melhorar, progredir, e ter fé. Os pais muitas vezes por verem seus filhos sendo retirados do seu convívio, passam a se sentir  perseguidos, ameaçados, roubados, ao verem que no abrigo há alguém que se interessa por eles, quer ajudá-los e ao ser esclarecida toda a situação com o psicóloga passam a trabalhar no sentido de verem como podem ser ajudados para que possam retornar ao convívio dos filhos em melhores condições.

Além do atendimento psicológico as famílias têm sido encaminhadas ao Departamento Social da prefeitura onde são incluídas em programas  de ajuda. Algumas mães são encaminhadas para cursos profissionalizantes. Quando não possuem o dinheiro para  a realização das visitas recebem passes para vir visitar os filhos. São encaminhados para a Frente de trabalho e para  clínicas especializadas no tratamento de drogadição

Também atende as famílias em reunião conjunta com a assistente social e a psicóloga para esclarecê-las da situação da criança no abrigo quando está apresentando algum problema no abrigo, ou na escola

Encaminha para programas de profissionalização e também dá apoio financeiro e material.

Essa entidade permite a visitação da família em dias e horários estabelecidos e não estabelecidos previamente desde que os pais comuniquem a necessidade. O abrigo também realiza visitas domiciliares para verificar as condições que a família tem para que as crianças possam retornar ao lar. 

 

Lamentavelmente quando por ocasião do encaminhamento da criança para o abrigo, as informações que são dadas se limitam ao nome da criança, endereço, e nome dos pais.

 

Temos cobrado constantemente os Conselhos Tutelares que se faz necessário sabermos com detalhes o que levou  o conselheiro(a) a fazer uso da medida de proteção  e para tal deveria ser juntado a guia de encaminhamento informações complementares  principalmente dos encaminhamentos anteriores e  como é composto o núcleo familiar.

 

Outra forma de ajuda familiar se da ao oferecermos ajuda no sentido de transformar a residência da familiar da criança mais acolhedora suprindo algumas necessidade de moveis , utensílios e alimentação

 

 

O nosso muito obrigado a DRa Wadad Ali Hamad Leoncio  cuja  dedicação no  trabalho desenvolvido na Casa Lar Ebenézer contribuiu muito com a qualidade do atendimento  

                                                

Casa Lar Ebenezer fundada em 1998
Rua Caconde, 232 - Vila lucinda - Santo André - CEP: 09250-104
Telefone: (11) 4475-1944 e-mail: casa@larebenezer.org.br
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