PLANO DE EXECUÇÃO DO ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL

Parte I – Identificação da Instituição Proponente

 

 

 Endereço da sede social

Av., R., etc

Rua Caconde

Número

232

Complemento

 

Bairro/Distrito

Vila Clarice

Município

Santo André

UF

SP

CEP

09250-740

Telefones

 4475-1944

E-mail

casa@larebenezer.org.br

Site

www.ebenezer.org.br

Registro CMAS

Nº 61/01 validade até  30 abril de 2014

Registro CMDCA

Nº 52/00-2 validade até 30/04/2015

Alvara de Bombeiro validade até 06/03/2015
CND validade até  22/07/2014
FGTS validade  até 08/09//2013
Mandato da direção 22/04/2012 a 21/04/2014
Estatuto Social Registrado reformado, protocolado e registrado em 17/05/2012

 

 

 

 

 

  Representante Legal

Nome

Helma Ferreira de Souza

Função

Presidenta

Tel

4475-1944

E-mail

casa@larebenezer.org.br

Endereço

Rua Caconde 232

Mandato

22/04/12  a 21/04/14

Responsável  tecnico Michelle Pinheiro de Lima Bena - CRESS 35976

 

 

 

 

 

                                                    

Responsável Técnico do Projeto

 

  2- APRESENTAÇÃO – CONCEPÇÃO DO TRABALHO

 

              A Casa Lar Ebenézer foi fundada em 22 de abril de 1998 quando registrou sua proposta de trabalho no 1º Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas de Santo André.No dia 29 de abril de 1998 entregou o seus primeiros ofícios junto ao CMDCA, CMAS, Conselho Tutelar, com respectivas cópias da ata de eleição de diretoria, Estatuto Social, Relatório da Diretoria com suas qualificações, Plano de trabalho e a cópia da solicitação do CNPJ.

 

             As histórias de vida das crianças e adolescentes atendidas pelo  Abrigo são marcadas por pobreza de politicas publicas, negligencia e mal conduta dos responsáveisdos  , vítimas enfim, da situação sócio-econômica precária de grande parte da população brasileira; incluindo-se nesse quadro os moradores da região do Grande ABC, o principal foco de prestação de serviços da Instituição.

 

             Este quadro exige mudanças na gestão das políticas públicas, como também na política de atendimento das instituições que trabalham com esta demanda.

       

          Em suma, a Casa Lar Ebenezer, desde sua fundação em 1998, tem abraçado a missão de minimizar o alto índice de crianças e jovens que vivem em situação de risco, acolhendo-as e obedecendo as diretrizes de proteção,  excepcionalidade, provisoriedade e transitoriedade.

 

O Lar Ebenézer é o espaço no qual as crianças retomam relações no processo educativo, novas formações e regras de convivência social, novos hábitos de higiene, saúde e alimentação visando melhor qualidade de vida. A Instituição persegue e garante os direitos de seus acolhidos, segundo os princípios e premissas  do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA.

            

            A  proposta fundamental deste abrigo é tê-lo o mais parecido com um lar, embora provisório; paralelamente, desenvolve-se um trabalho conscientização da comunidade quanto a sua responsabilidade social para com o próximo.

 

             A diretriz do nosso trabalho consiste em proporcionar um Lar para as crianças, embora provisório, com características de proteção e moradia, visando a garantia de direitos a convivência familiar e comunitária visando preferencialmente o fortalecimento dos vínculos familiares na familia biológica ou extensa .

 

            Pleiteia-se também a  participação do poder público representados através das  Secretarías de governo e do CMDCA nas questões que envolvem o acolhimento das crianças e adolescentes,   com a oferta de  políticas  que  possam contribuir  na qualidade do atendimento a criança e investimento na família para o breve retorno da criança e adolescente ao seio familiar

 

3- JUSTIFICATIVA

 

Vivemos em uma sociedade democrática, a qual foi estabelecida em meio a má distribuição de renda, gerando assim desigualdade e vulnerabilidade social, vitimizando principalmente as crianças e adolescentes brasileiros, sendo necessário a criação de Leis e Estatutos que garantam os direitos dos mesmos.

 O direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária depende, em potencial, da inclusão social de suas famílias. O direito da família à proteção do Estado é reconhecido pela Convenção sobre os Direitos da Criança, Constituição Brasileira de 1988 (art. 226), pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). A família é compreendida como um grupo de pessoas, com laços de consangüinidade, de aliança, de afinidade ou de solidariedade, cujos vínculos circunscrevem obrigações recíprocas, organizadas em torno de relações de geração e de gênero. Arranjos familiares diversos devem ser respeitados e reconhecidos como potencialmente capazes de realizar as funções de proteção e de socialização das suas crianças e adolescentes. Entretanto, diante de situações de risco social e vulnerabilidades, as famílias precisam ser apoiadas, pelo Estado e pela sociedade, para cumprir suas responsabilidades. As políticas de apoio à família visam à superação de vulnerabilidades e riscos vividos por cada família, favorecendo e ampliando os recursos sócio-culturais, materiais, simbólicos e afetivos que contribuem para o fortalecimento dos vínculos e do direito à convivência familiar e comunitária.

O Lar Ebenezer desde 1998 vem atuando na região de Santo André, acolhendo crianças que são vitimizadas, por meio de suas histórias de vida marcadas pelo abandono, maus tratos, abuso sexual, uso abusivo de drogas por parte de pais/madrastas ou padrastos. Entendendo  como medida de proteção  aquela que indique o afastamento da criança ou do adolescente de seu contexto familiar, podendo ocasionar suspensão temporária ou ruptura dos vínculos atuais, deve ser uma medida rara, fora do comum, excepcional. Apenas em casos onde a situação de risco e desproteção afetam a integridade do desenvolvimento da criança e do adolescente é que se deve pensar no seu afastamento da família de origem. A decisão desta separação é de grande responsabilidade, por parte do operador e da operadora social e deve estar baseada em fundamentação teórica sobre o desenvolvimento infantil, as etapas do ciclo de vida individual e familiar e a teoria dos vínculos. Essa decisão deve considerar a prioridade do investimento na reorganização dos laços familiares, e a comunicação na família, sem que se precise promover a desagregação de seus membros. A análise da situação evita danos ao desenvolvimento da criança causados por separações bruscas, longas e desnecessárias. Deve, ainda, considerar a qualidade das relações, a atitude pro ativa de seus membros na requalificação dos vínculos e construção de sua autonomia. A decisão por um afastamento definitivo, ou seja, a destituição do poder familiar, só deve ocorrer após um investimento eficiente de toda a rede de serviços públicos  na busca de recursos para a família de origem, nuclear ou extensa, com acompanhamento profissional sistemático e aprofundado de cada caso e considerando o tempo de afastamento, a idade da criança ou do adolescente e a qualidade das relações.

A convivência familiar e comunitária, direito fundamental de toda criança e de toda e todo adolescente. É como a lei brasileira reconhece e preconiza a Família, enquanto estrutura vital, lugar essencial à humanização e à socialização da criança, espaço ideal e privilegiado ao desenvolvimento integral dos indivíduos.

Convivência familiar e comunitária, direito fundamentalmente violado, retrato de um Brasil real, onde um enorme contingente de famílias, por razões históricas e estruturais, sobretudo devido ao profundo impacto das transformações sociais e econômicas das últimas décadas, enfrenta grande dificuldade em assumir e exercer adequadamente sua função social mais importante, a de criar e educar os próprios filhos e filhas. Família tantas vezes abandonada e vitimizada, submetida à violência estrutural, que se traduz em precaríssimas condições de vida, na falta do alimento, da moradia, da educação de qualidade, do trabalho, da saúde, enfim, na impossibilidade de acesso aos bens fundamentais que, numa sociedade urbana e contemporânea como a nossa, definem uma existência minimamente digna. Credora de direitos e em estado de subcidadania, investir nessa família, descobrir e resgatar o seu valor, é a condição essencial e primeira à garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

Em suma o atendimento  no Lar Ebenezer constitui-se na  a aproximação e vinculação a outros serviços, bem como a reintegração com a família, primando pelos direitos estabelecidos pelo ECA, LOAS e Constituição.

 

Parte do texto extraído do Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária

 

4 - OBJETIVO E  PÚBLICO-ALVO

 

Objetivo

 

Objetivo é oferecer proteção integral a todas as crianças encaminhadas pelo Conselho Tutelar ou pela Vara da Infância. Propondo  uma nova forma de ação rompendo com o modelo tradicional antigo que mantinha atendimentos massificantes e estigmatizantes, oferecendo  uma qualidade de vida as crianças/adolescentes, com atendimento personalizado em pequenos grupos, em ambiente com cara, tamanho e jeito de casa e que realmente seja provisória excepcional  e transitória. 

 

Público

 

Como publico alvo é acolher crianças e adolescente  de ambos os sexos,  que se encontram com seus vínculos familiares rompidos, fragilizados,  ou que tenham tido seus direitos ameaçados ou violados por ação ou omissão da sociedade ou do estado;  por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsavel; por razaão de condulta dos responsáveis.    

 

CAPACIDADE DE ATENDIMENTO

 

A Casa Lar Ebenézer terá capacidade para atender 10 crianças/adolescentes, de ambos os sexos, em acolhimento integral, mantendo a estrutura física com cara tamanho e jeito de casa.

 

 

Objetivo Específico

 

. Promover o envolvimento da comunidade na manutenção, planejamento e execução dos programas de proteção as crianças/adolescentes, por meio de inserção nos recursos como escolas, creches, postos de saúde, áreas de lazer, esportivas e outros.

. Incentivar o fortalecimento dos vínculos familiares, por meio de visitas semanais dos pais ao abrigo ou o transporte da  criança/adolescente até o local de residência de sua família quando possível.

. Ressaltar a necessidade do trabalho em rede, com os órgãos públicos (conselhos Tutelares, Vara da Infância e Juventude, secretárias e outros).

. Informar ao Judiciário quando se faz necessário a integração em família substitutas visto que se esgotaram as possibilidade de retorno a família de origem.

. Propiciar suporte emocional, social, educacional e cognitivo necessário ao resgate da auto-estima, o retorno aos vínculos familiares e comunitários, oferecendo a proteção integral aos atendidos.

. Manter interface com o CREAS para garantir o atendimento social às famílias dos acolhidos, visando trabalhar os conflitos familiares para a reconstrução da dinâmica na família com o fortalecimento dos vínculos afetivos. 

. Garantir ainda, acompanhamento social sistemático dessas famílias, estimulando o desenvolvimento e promovendo a auto-organização, propiciando gradativamente a co-responsabilidade na educação de seus filhos, exercendo, papel ativo nessa função. Este trabalho será realizado em parceria com a equipe do CREAS  através do projeto de atendimento psicosocial às famílias sempre que necessário.

. Intervir de forma imediata os conflitos, fortalecendo os vínculos, ou a reintegrar com outros meios de convívio social.

. Atendimento e acompanhamento às crianças e às suas famílias, articulando este com as demais ações e programas da rede do município destinados à população em situação de risco.

. Encaminhamento dos membros familiares para os serviços da rede para poderem participarem de oficinas sócio educativas, visando promover o fortalecimento de vínculos, desenvolvimento de potenciais e a integração grupal e familiar

 

5- Serviços e projetos em andamento

Serviços

  • Acolher crianças encaminhadas pela Vara da Infância e ou pelo Conselho Tutelares, durante 24 horas, proporcionando um ambiente de escuta, acolhimento e de inserção no atendimento básico proposto pelo Serviço.
  • Atender às necessidades básicas de alimentação, higienização, saúde, vestuário e moradia a qualquer hora do dia ou da noite.
  • Encaminhar aos serviços da rede de saúde, quando detectados casos de necessidade.
  • Recepcionar a criança, iniciar os contatos com Conselhos Tutelares e rede de serviços, para identificação da situação e da família, visando um o mais rápido possível investimento na família que contribua com mudanças que favoreçam o possível retorno ao convívio familiar.
  • Intervir de forma a fortalecer os vínculos familiares, ou a reintegrar com outros meios de convívio social.
  • Atender a família e a criança/adolescente de forma individual e grupal, para orientações, encaminhamentos e acompanhamento da (re) construção do projeto de vida.
  • Fortalecer os vínculos entre educadores, voluntários e educandos, propiciando espaços de vivência coletiva, utilizando recursos/oficinas pedagógicos, culturais e lúdicos, na rotina da criança, de forma a construir o encaminhamento necessário para a intervenção.
  • Estabelecer articulação com outros abrigos, com objetivo de troca de esperiencias que contribuam na melhoria na rotina do abrigo
  • Encaminhar os casos de longa permanência para espaços onde estejam instituídas rotinas próprias, inserção em acompanhamento escolar e recomposição de laços familiares, quando isto for possível, e outras ações necessárias.
  • Propiciar à equipe da Casa Lar Ebenézer, durante a permanência no serviço, a capacitação e a supervisão técnica constante, quando necessário.
  • Criar um banco de dados e monitoramento para o estudo e acompanhamento dos casos, com indicadores de metas e resultados a curto, médio, longo prazos.
  • Apoiar a criação de grupos de voluntários oriundos da comunidade que possam ser inseridos, de formas diversificadas, nas atividades e no apoio da casa.
  • Serão realizadas oficinas lúdicas e pedagógicas e ações socioeducativas, no espaço da casa ou fora dela.
  • Será realizado o acompanhamento e orientação familiar para as famílias das crianças em permanência na casa Lar Ebenézer.

             

  M ETAS E INDICADORES

 

META 1

.

Acolher crianças encaminhadas pela Vara da Infância e ou pelo Conselho Tutelares,  proporcionando um ambiente de escuta, acolhimento e de inserção no atendimento básico proposto pelo Serviço.

 

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

 

 

 

META 2

Atender as necessidades básicas de alimentação , higienização, saúde, vestuário e moradia a qualquer hora do dia ou da noite

 

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Oferta de refeição/ banho/ troca de roupa e pernoite

- Realizar atendimento e acolhimento a 10 crianças, de ambos os sexos

- Realizar, compras  de material de higiene/limpeza e gêneros alimentícios

- Registro administrativo

e controle de estoque

- Refeições com cardápio equilibrado e de boa qualidade, oferecidas em quantidade suficiente a demanda da casa

- crianças  apresentando progresso no que se refere às suas condições de higiene pessoal, saúde e física

Acompanhamento nutricional dos educandos e verificação dos cuidados com sua higiene pessoal

 

 

 

META 3

Encaminhar aos serviços da rede de saúde, quando detectados casos de necessidade

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Atendimento individual

- Contatos telefônicos  com a rede de serviços de saúde no município

- Providenciar transporte

- Manter

Medicamen

tos para primeiros socorros

- Realizar atendimento e acolhimento a 10 crianças de ambos os sexos

- Garantir o encaminhamento à rede de serviços do município

- Registro administrativo

- Ficha Social individual de cada criança

- Ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese

Acompanhamento após os atendimentos de saúde, com a orientação e controle na ingestão dos medicamentos

Acompanhamento no atendimento de especialidades, quando necessário

- Fichas com histórico do atendimento de saúde, inclusive com identificadores de necessidade de retornos/ tratamentos

-crianças  apresentando melhora nas condições de saúde

- Entrevista inicial

- Registros administrativo que possibilitem o acompanhamento do atendimen

to e ou tratamento de saúde

- Relatórios mensais

 

 

 

 

META 4

Recepcionar a criança, iniciar os contatos com Conselhos Tutelares e rede de serviços, para identificação da situação e da família, visando um possível retorno ao convívio familiar, além de comunicar no prazo legal os órgãos competentes

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Atendimento individual

- No recebimento das crianças, identificar através do preenchimento a ficha cadastral, as necessidades emergenciais, respeitando as individualidades

- Realizar entrevista  individual com coleta de dados para identificar o motivo dos risco e situação familiar

- Garantir a localização dos familiares, para o trabalho com os mesmos e posterior retorno à comunidade

- Informar, dentro dos prazos legais, os órgãos competentes

- Registro administrativo

- Ficha Social individual de cada adolescente

- Ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese

- Buscar integrar a criança na família no menor prazo possível

- Acompanhar e monitorar o retorno à família, pelo tempo que se avaliar necessário.

- Monitorar, junto aos órgãos competentes, os processos, com envio de relatórios técnicos sobre cada caso, de forma a garantir o breve retorno para a família.

- Entrevista inicial

-Preenchimento da ficha cadastral, garantindo o sigilo

 

    

META 5

Intervir de forma a fortalecer os vínculos familiares, ou a reintegrar com outros meios de convívio social.

 

 

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

Atendimento individual

- Promover o retorno à vida social, inserindo em outros programas do município

- Garantir o acompanhamento das famílias

-Inserir em projetos/atividades sociais, o maior número de crianças para garantir o convívio social

- Realizar atendimento domiciliar às famílias

- Acompanhar e monitorar a participação em outros projetos

- Registro administrativo

- Ficha Social individual de cada criança, -Ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese

- Promover o fortalecimento dos vínculos afetivos e comunitários

- Monitoria da freqüência das crianças nos projetos e atividades em que foram incluídos

-Mudanças na dinâmica familiar dos atendidos

- Entrevista inicial

 

 

 

 

META 6

Atender, de forma individual e grupal, para orientações, encaminhamentos e acompanhamento da (re)construção do projeto de vida.

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

 

 

 

META 7

Fortalecer os vínculos entre educadores voluntarios e educandos, propiciando espaços de vivência coletiva, utilizando recursos/oficinas pedagógicos, culturais e lúdicos, na rotina da criança, de forma a construir o encaminhamento necessário para a intervenção.

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Atendimento individual

- Rodas de conversas entre as crianças e educadores, utilizando-se como recursos, atividades pedagógicas.

- Planejamento das atividades, atendendo as necessidades e interesses dos acolhidos na casa

- Revisão sistemática do planejamento das atividades pedagógicas

- Registro administrativo

- Ficha Social individual de cada criança,

-Ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese

- Mudanças de comportamento com maior tempo de permanência na casa, não retornando para as ruas

- Diminuição do número de adolescentes em situação de rua

- Entrevista inicial

- Criação de ficha de observação para controle dos resultados obtidos junto às atividades pedagógicas

 

 

 

META 8

Propiciar à equipe da Casa, durante a permanência no serviço, a capacitação e a supervisão técnica constante.

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Contribuir com os profissionais da casa, oferecendo supervisão e capacitação  atendendo, sempre, as necessidades do serviço prestado na casa quando for solicitado por eles 

- Desenvolver as capacitações atendendo as prioridades da equipe da casa

- Manter, sistematicamente, as supervisões

- Garantir o desenvolvimento das capacitações, supervisões e nos prazos estabelecidos e solicitados

-Registro administrativo

 

- Ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese

- Ampliar os conhecimentos dos profissionais no atendimento social

- Fortalecer o trabalho em equipe

- A melhoria na qualidade dos serviços prestados junto ao público alvo

- Crescimento dos resultados do trabalho desempenhado pela equipe

- Entrevista inicial

- Criação de ficha de observação para controle dos resultados obtidos junto às atividades desenvolvi

das

  

    

 

META 9

Criar um banco de dados e monitoramento para o estudo e acompanhamento dos casos, com indicadores de metas e resultados a curto, médio, longo prazos.

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

-Atendimento individual

- Construção de banco de dados

Acompanhamento e inserção diários de informações que permitam manter o banco atualizado

- Realizar atendimento acolhimento 10 crianças de ambos os sexos.

Banco de Dados produzindo relatórios e tabelas dos atendimentos realizados

- Registro Admin.

- Ficha Social individual e ficha de entrevista do projeto de vida e relatório síntese.

- Programa adequado, de fácil entendimento,  e operação que melhor diagnostique as necessidades do público atendido na casa e possa consolidar os dados obtidos junto aos públicos atendidos

- Obtenção imediata das informações sobre registros e dados gerais do público atendido e freqüência da casa

- Entrevista inicial

- Atendimento feito pela equipe técnica

- Relatórios Mensais

 

    

 

META 10

Apoiar a criação de grupos de voluntários oriundos da comunidade que possam ser inseridos, de formas diversificadas, nas atividades e no apoio da casa.

AÇÕES

METAS QUANTITATIVAS

INDICADORES DE GESTÃO

COLETA DE DADOS

METAS QUALITATIVAS

INDICADORES DE RESULTADOS

COLETA DE DADOS

- Divulgação, do trabalho

- Mapear grupos de voluntários possíveis na comunidade

- Entrevistar e avaliar, os interessados em trabalho voluntário.

- Capacitar os voluntários,

 

- Ampliar, em conformidade com a demanda da casa, a participação dos voluntários nas atividades da casa

- Comunidade 

de jovens estudantes

estagiários envolvidos no trabalho da Casa

 

- Registro  de atividades e mapa dos grupos voluntários

- Trazer para a casa pessoas comprometidas com a solidariedade e cidadania, e dispostas a doarem parte do seu tempo aos trabalhos da casa.

- Promover a vinculação e o bom convívio dessas pessoas aos adolescentes da casa.

- Número de voluntários envolvidos com as atividades da casa

- Aceitação pelos adolescentes da presença desses voluntários na casa

 

- Registro de freqüência e de atividades

 

  CRONOGRAMA DE ATIVIDADES / RESPONSÁVEIS

ATIVIDADES

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

Responsável

Participante

Atividades

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reuniões mensais sistematizadas entre a rede de serviços e os parceiros envolvidos

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Coordenação e Equipe Técnica

 Parceiros e organizações da rede

Acompanhamento individual de crianças famílias que participam do projeto

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Equipe Técnica

Acolhidos  e famílias

Reuniões com grupos de famílias para proporcionar melhor integração entre elas

 

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Equipe Técnica

Famílias

Realização de passeios e participação em eventos culturais

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Equipe Técnica

acolhidos e famílias

Reunião da equipe técnica com a supervisão técnica do CREAS para avaliação, discussão e planejamento do trabalho

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Equipe Técnica

Equipe Técnica e Supervisão do CREAS

Participação nas reuniões mensais da Sub-Rede de Atenção e Prevenção a Crianças, Adolescentes e Mulheres vitima de violência

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Coordenação e Equipe Técnica

Equipe Técnica e demais parceiros

Avaliação de desempenho dos funcionários

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Coordenação e Equipe Técnica

Coordenação e Equipe Técnica

Reunião com funcionários para discussão e avaliação do trabalho (quinzenal)

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Coordenação e Equipe Técnica

Coordenação e Equipe Técnica

Encontros de formação mensal com funcionários (as)

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Coordenação e Equipe Técnica

Coordenação e Equipe Técnica

 

 


AVALIAÇÃO TÉCNICA DO PROJETO

O processo de avaliação se dará por meio de análise dos aspectos qualitativos e quantitativos , ocorrerá com a análise dos relatórios técnicos e de instrumentais, também com reuniões entre as equipes, através da análise do envolvimento dos adolescentes atendidos pelo serviço, serão verificados a partir dos seguintes itens:

·          Participação em atividades e oficinas

·          Acompanhamento do projeto de vida

·          Atendidos diários e atendimentos realizados mensalmente

·          Análise da rotatividade dos adolescentes que freqüentarão a casa

·          Inserção na rede de serviços de saúde, educação, cultura, esporte e lazer

·          Inserção e adesão aos tratamentos de saúde

·          Inserção em curso de formação profissional

·          Eventos realizados

·          Grupos voluntários envolvidos com a casa.

 

Os dados para os itens relacionados serão registrados nos seguintes instrumentais:

·          Controle de freqüência/ acompanhamento diário

·          Registro diário de atendimento

·          Relatório de atividades

·          Ficha para acompanhamento de cuidados médicos

·          Relatório mensal

·          Ficha de projeto de vida

·          Relatório mensal dos atendimentos.



Equipe de apoio externo

                   

Dra. Susan C. Noce Perboni
Psicóloga : CRP 06/18259

 

Dra. Vania Porto Ribeiro Dias

Psicologia e psicopedagogia - CRP 06/38683-5

Dra. Magali Ortigoso Gimeses Bauab

Psicóloga/ psicopedagoga/ Psicomotricista  

 

Mariana  Guirado Casagrande

Pedagoga/ Psicopedagoga

 

Dra. Waad Ali Hamad Leoncio

Psicóloga para trabalho de fortalecimento dos vínculos familiares 

                            

Dr. josé Ricardo

Oftamologista

 Dr. Fabio Cesar Pelegrini Tarifa
Cardiologista

                     
                       Webert Fernando Reis

                           


      

Casa Lar Ebenezer fundada em 1998
Rua Caconde, 232 - Vila lucinda - Santo André - CEP: 09250-104
Telefone: (11) 4475-1944 e-mail: casa@larebenezer.org.br
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